30 de abril de 2013

Resenha: A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista, de Jennifer E. Smith

★★★★☆


Quem imaginaria que quatro minutos poderiam mudar a vida de alguém? Mas é exatamente o que acontece com Hadley. Presa no aeroporto  em Nova York, esperando outro voo depois de perder o seu, ela conhece Oliver. Um britânico fofo, que se senta a seu lado na viagem para Londres. Enquanto conversam sobre tudo, eles provam que o tempo é, sim, muito relativo. Passada em apenas 24 horas, a história de Oliver e Hadley mostra que o amor, diferentemente das bagagens, jamais se extravia.

O que são quatro minutos pra você? O que são duzentos e quarenta segundos?
"É o tempo de um comercial, de um intervalo entre aulas, de descongelar um prato no microondas. Quatro minutos não é nada."
Mas são esses quatro minutos que fazem Hadley perder seu voo para Londres.
 
— Já sabe o que quer?
Se eu já sei o que quero?

Hadley pensa sobre a pergunta.
Ela quer ir para casa.
Quer que seu lar volte a ser o que era.
Quer ir para qualquer lugar, menos para o casamento do pai.
Quer estar em qualquer lugar que não seja este aeroporto.
Quer saber o nome dele.
Depois de um certo tempo, olha para ele.
— Não sei o que quero — responde. — Ainda estou decidindo. (pág. 33)

Depois que os pais de Hadley Sullivan se separam e seu pai se muda definitivamente para a Inglaterra, ela se sente como se não fizesse mais parte da vida dele e o casamento com outra mulher marcaria então, o ponto final da sua família.
E então, depois de muito insistir, seus pais e Charlotte (a britânica, ou a madrasta) conseguem a fazer aceitar ser madrinha de uma cerimônia que ela nem desejava que acontecesse.
Mas no meio disso tudo aparece Oliver, com sua incrível capacidade de fazê-la esquecer do claustrofobismo.
 
Hadley sorri.
— E ele está carregando a minha mala desde então.
{...}
— E aqui estão vocês.
Oliver sorri.
— Aqui estamos. (pág. 50)
O livro tem 223 e é impresso em papel off-white. 
Da editora Galera Record e traduzido por Camila Mello.

10 de outubro de 2012

Resenha: A Garota Americana, por Meg Cabot

★★★☆☆

A GAROTA AMERICANA acompanha o cotidiano de Samantha, uma típica garota americana, que leva uma vida muito parecida com a de tantas outras meninas de sua idade. Até que um dia resolve matar aula de arte e, por acaso, salva o presidente americano de uma tentativa de assassinato. Samantha logo vê sua vida virar de cabeça para baixo ao ser nomeada embaixadora da ONU, sem saber exatamente o que o cargo significa.


Fala sobre Samantha Madison; uma artista nata. Ama desenhar e faz isso de coração. É apaixonada pelo namorado da irmã mais velha, Lucy, quem Sam culpa por ter roubado todos os bons genes da família e ser tão bonita. E também tem a irmã mais nova, a Rebecca, e Samantha jura que, definitivamente, ela é um robô imune a emoções. E então, num belo dia, Lucy - a irmã mais velha popular e bonitona - entrega pros pais delas o caderno de alemão de Sam, que está cheio de desenhos e mais desenhos; e aí está a causa das notas baixas na matéria. Samantha, portanto, é matriculada na conceituada aula de Arte de Susan Boone. Mas, depois do incidente do abacaxi, ela decide desobedecer Theresa - praticamente a segunda mãe de Sam e suas irmãs, é a empregada e babá dos Madison - e falta a aula de Boone. E assim, de repente, ela salva a vida do presidente dos Estados Unidos.

Pra ser bem sincera, comecei odiando Lucy, Rebecca, Susan e quase todo mundo que cercava a Sam-revoltada, e os únicos que se safavam eram Jake, Manet e Catherine; entretanto, minha lista negra no final estava bem mais curta do que eu imaginava que seria no primeiro capítulo.

E definitivamente, eu quero um David pra mim! Posso ter? Porque bem que eu gostaria...