Quem imaginaria que quatro minutos poderiam mudar a vida de alguém? Mas é exatamente o que acontece com Hadley. Presa no aeroporto em Nova York, esperando outro voo depois de perder o seu, ela conhece Oliver. Um britânico fofo, que se senta a seu lado na viagem para Londres. Enquanto conversam sobre tudo, eles provam que o tempo é, sim, muito relativo. Passada em apenas 24 horas, a história de Oliver e Hadley mostra que o amor, diferentemente das bagagens, jamais se extravia.
O que são quatro minutos pra você? O que são duzentos e quarenta segundos?
— Já sabe o que quer?
Se eu já sei o que quero?
Hadley pensa sobre a pergunta.
Ela quer ir para casa.
Quer que seu lar volte a ser o que era.
Quer ir para qualquer lugar, menos para o casamento do pai.
Quer estar em qualquer lugar que não seja este aeroporto.
Quer saber o nome dele.
Depois de um certo tempo, olha para ele.
— Não sei o que quero — responde. — Ainda estou decidindo. (pág. 33)
Depois que os pais de Hadley Sullivan se separam e seu pai se muda definitivamente para a Inglaterra, ela se sente como se não fizesse mais parte da vida dele e o casamento com outra mulher marcaria então, o ponto final da sua família.
Hadley sorri.
— E ele está carregando a minha mala desde então.
{...}
— E aqui estão vocês.
Oliver sorri.
— Aqui estamos. (pág. 50)
O livro tem 223 e é impresso em papel off-white.
Da editora Galera Record e traduzido por Camila Mello.

