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A GAROTA AMERICANA acompanha o cotidiano de Samantha, uma típica garota americana, que leva uma vida muito parecida com a de tantas outras meninas de sua idade. Até que um dia resolve matar aula de arte e, por acaso, salva o presidente americano de uma tentativa de assassinato. Samantha logo vê sua vida virar de cabeça para baixo ao ser nomeada embaixadora da ONU, sem saber exatamente o que o cargo significa.
Fala sobre Samantha Madison; uma artista nata. Ama desenhar e faz isso de coração. É apaixonada pelo namorado da irmã mais velha, Lucy, quem Sam culpa por ter roubado todos os bons genes da família e ser tão bonita. E também tem a irmã mais nova, a Rebecca, e Samantha jura que, definitivamente, ela é um robô imune a emoções. E então, num belo dia, Lucy - a irmã mais velha popular e bonitona - entrega pros pais delas o caderno de alemão de Sam, que está cheio de desenhos e mais desenhos; e aí está a causa das notas baixas na matéria. Samantha, portanto, é matriculada na conceituada aula de Arte de Susan Boone. Mas, depois do incidente do abacaxi, ela decide desobedecer Theresa - praticamente a segunda mãe de Sam e suas irmãs, é a empregada e babá dos Madison - e falta a aula de Boone. E assim, de repente, ela salva a vida do presidente dos Estados Unidos.
Pra ser bem sincera, comecei odiando Lucy, Rebecca, Susan e quase todo mundo que cercava a Sam-revoltada, e os únicos que se safavam eram Jake, Manet e Catherine; entretanto, minha lista negra no final estava bem mais curta do que eu imaginava que seria no primeiro capítulo.
E definitivamente, eu quero um David pra mim! Posso ter? Porque bem que eu gostaria...

